quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Das prendas que recebemos...

Quando somos miúdos e recebemos prendas que achamos não nos ser úteis ficamos muito chateados.
Esquece-mo-nos é de pensar a longo prazo.
E perguntam vocês: o quê Catarina? O que é que estás para ai a dizer?
É verdade meninas. Atentem no que vos vou contar.
Corria o ano de 2003 - tinha eu 13 anos - quando a minha avó me ofereceu um jogo de casa de banho. Na altura fiquei muito chateada porque não é isso que uma criança de 13 anos espera receber no aniversário.
Entretanto cresci, a prenda ficou guardada nos recônditos do meu armários e este ano sai de casa dos meus pais.
Acontece que por estes dias, tive de procurar umas coisas lá por casa dos meus pais e eis que dou de caras com a caixinha que tinha as toalhas de banho.
Fiquei admirada porque já nem me lembrava daquilo. Abri a caixa ainda imaculada e inalterada e abri pela primeira vez as toalhas.  E admirem-se, são lindas, brancas com um bordado bege, enormes como eu gosto.
Lavei-as e levei-as para a minha nova casa.
Mas antes de as colocar na minha nova casa, passei em casa da minha avó - que tem 92 anos - e mostrei-lhe uma toalha. Claro que ela não reconheceu, mas contei-lhe a história daquelas toalhas e vi-lhe o sorriso.

Não imaginam como me soube bem chegar a casa e colocar na minha casa de banho aquelas toalhas.
E que lindas que elas ficaram.



E por falar em outono e em árvore de natal...

Aqui está a minha!!!
Já está montada a mais menos 2 semanas mas calma, há uma explicação. 
Está árvore tem 1,80 e estava em promoção por 29,90€. Ora todos sabemos que as árvores de natal com está altura andam por volta dos 70€ (pelo menos as que eu vi). Por isso mesmo logo que a vi trouxe a para casa. Só que ela no Lidl estava fechada na caixinha e eu não a podia ver montada para ver se era daquelas fraquinhas e pouco densas. Perguntei a um funcionário que me disse "só comprando e abrindo-a em casa é que pode ver como ela é". Ah muito bem. E se eu não gostar? "Tem 30 dias para trocar e devolvemos o dinheiro". Perfeito, pensei. 
Trouxe-a então comigo e montei-a em casa para ver como era. 
Claro está que depois de a ver montada não a ia desmontar e enfeitei-a e ficou linda. 
Ora vejam só:




Claro que até ao dia de Natal ainda vai levar mais uns enfeites se bem me conheço. 
Quanto ás prendas já estão compradas. Falta é embrulhá-las!





Bom dia, bom dia, bom dia!
Já é quinta-feira!

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Outono

Se é verdade que sou uma rapariga que gosta do Verão, também é verdade que não desgosto do Outono. Isto porquê? Porque no Outono já posso começar a vestir casacos de novo - e eu gosto muito de casacos -, é tempo de chás e em especial do chã maçã/canela. No Outono começo a acender velinhas pela casa para a tornar mais acolhedora. O outono é tempo de mantas no sofá e de pijamas quentinhos.
No Outono é tempo de cachecóis e eu gosto deles bem grandes!
E é no Outono que monto a minha árvore de Natal.

Quem mais daqui gosta das coisas boas do Outono?
Contem-me tudo!!




Já vamos a meio da semana :D
Bom dia a todos!

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Somos feitos de carne, mas temos de viver como se fossemos feitos de ferro

O titulo deste post é uma frase feita, mas que é muito real nos dias que correm.
Hoje infelizmente testemunhei um episódio nada feliz mas que retrata isto mesmo.
Trabalho na têxtil, que é um mundo de cão. Os níveis de ansiedade estão sempre no máximo, os níveis de stress igualmente o que muitas das vezes pode ter um desfecho menos bom.
Hoje, uma fornecedora teve um ataque de ansiedade na empresa onde trabalho. Não foi um ataque de ansiedade considerado normal. Foi um ataque de ansiedade que a fez ter 4 convulsões em que se revirou, arqueou, esperneou, e quase asfixiou.
Foi um ataque de ansiedade que nos fez, a nós que a assistimos até á vinda dos bombeiros e da Vmer, ter medo de a perder naquele chão onde se contorcia.
O corpo dela mostrou-lhe que estava a ceder.
E é nestes momentos que eu paro e penso a quem ritmo vivemos a nossa vida? Que direito temos nós de permitir que a nossa carreira profissional nos deixe assim?
Eu própria já tive ataques de ansiedade, quer por motivos pessoais, quer por motivos profissionais. A sensação é horrível e nunca cheguei ao ponto que hoje vi.

É tempo de parar, de repensar e re-planear a vida. Afinal somos feitos de carne, não de ferro.